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UM FILME OU DOIS
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Backrooms: quando o mergulho ocorre dentro de si
Crédito: Imagem Filmes Podemos acreditar que toda a primeira parte de Backrooms (2026), até o momento em que Clark se apropria, de fato, do espaço, funciona muito bem, tanto em termos de uma apresentação que cadencia um ritmo não necessariamente frenético de instituição das coisas quanto no que diz respeito à diretividade com que as situações são apresentadas e elaboradas. Ainda assim, a "segunda parte", que corresponde à entrada da Mary (Renate Reinsve) na dimensão paralela,
danielsa510
há 4 dias
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