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UM FILME OU DOIS
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O Estrangeiro: olhar para o mundo e não se ver
Crédito: Califórnia Filmes Penso que a despeito do exercício de adaptação que o François Ozon faz da obra do Camus aqui, ou do próprio refazimento do filme original do Visconti, mais vale refletirmos sobre como ele parte de uma premissa contextual do cinema do cineasta francês Robert Bresson para reimaginar as nuances dessa narrativa numa discussão, sobretudo, do papel da prática cinematográfica na contemporaneidade. Quando vamos pensar sobre como as conexões bressonianas sã
danielsa510
15 de abr.
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