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UM FILME OU DOIS
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Resident Evil (2026): um medo inoculado, inerente ao ser humano
Crédito: Resident Evil Fandom Resident Evil (2026) é, sem dúvidas, o filme de terror mais irregular do Zach Cregger. Se em Noites Brutais (2022) e A Hora do Mal (2025) a gente percebia uma estrutura narrativa que se alongava em função de uma compartimentação escalonada dos eventos, aqui, ele meio que vai utilizando uma lógica de sequenciamento pouco variável em torno do que acontece com e ao redor do protagonista. Talvez em função da ideia de uma história que acontece no curs
danielsa510
há 5 horas


A Odisseia: a guerra para além da lógica da destruição
Crédito: Universal Pictures É bem legal perceber quando um cineasta olha para sua obra em retrospecto buscando aperfeiçoar pontos de fragilidade do seu trabalho pregresso como um todo. Penso que essa, certamente, tem sido uma das principais questões para o Nolan na última década. Notar o quanto o realizador vai percebendo seu processo de criação e modulando esse ajuste constituído pela retirada de excessos, a reparação de falhas técnico-conceituais, etc. é entender que, chega
danielsa510
14 de set.


O Fim da Rua: o tempo da intercalação entre gêneros
Crédito: Film Affinity Gosto bastante do modo como O Fim da Rua (2026) vai intercalando uma perspectiva dramático-familiar e aventuresca sem necessariamente atropelar a experiência do gênero ou buscando uma mescla forçada a partir de gatilhos temáticos aleatórios. Há um tempo para o desenvolvimento de cada um dos momentos da obra. A introdução nos apresenta a vizinhança e o núcleo da família protagonista na intenção de nos ambientar na sua dinâmica e conflitos internos. Quand
danielsa510
1 de set.


Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) | Mudanças bem-vindas
Crédito: Marvel Studios Não parece uma tarefa simples dessuperficializar uma proposta de filme de super-herói a partir do contexto em que vivemos atualmente. Na era das Inteligências Artificiais, o contorno do padrão estabelecido já sugere que algo de diferente foi ensaiado, testado a priori. Algo que fica bem aparente neste filme. Diferente do que havia feito em Shang-Chi (2021), o Cretton concentra sua atenção num coeficiente dramático da coisa que não escorrega para uma re
danielsa510
25 de ago.


O Convite: a reflexão silenciosa antes do fim
Crédito: Black Bear Em O Convite (2026), Olívia Wilde faz uma comédia dramática sem necessariamente ceder tanto a clichês nos níveis da forma e do conceito do filme. Ela joga com uma estrutura bastante parecida com as primeiras comédias do Woody Allen, em termos de texto, mas também retoma traços de trabalhos mais recentes dessa referência, como por exemplo, "Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos" (2010). Isso acontece, sobretudo, quando analisamos a questão do plano ou d
danielsa510
7 de ago.


Futuro Futuro: o problema da elaboração da discursvidade
Crédito: Divulgação Futuro Futuro (2026) transita numa atmosfera que se assemelha muito a um período específico da produção cinematográfica brasileira contemporânea, ali por volta do início dos anos 2010, sobretudo em obras como Brasil S/A (2014), Café com Canela (2017), etc. Não são obras com problemas irreparáveis, mas que concentravam uma certa dificuldade em elaborar o próprio discurso em torno da mensagem e da ambiência que tentam construir, investigar. Nem acredito que
danielsa510
22 de jul.
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